Dirigentes do Sindecolf participam da Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília pelo fim da escala 6x1
Dirigentes do Sindicato dos Empregados no Comércio de Lauro de Freitas (Sindecolf) estiveram em Brasília nesta quarta-feira (15) para participar da Marcha da Classe Trabalhadora, mobilização nacional que reuniu milhares de trabalhadores e trabalhadoras de todo o país em defesa de direitos e melhores condições de trabalho.
Representando a categoria comerciária, participaram da atividade as dirigentes Luciana Gomes e Nicolau Alves, além de Luiz Fernando, que se somaram a centrais sindicais, federações e movimentos sociais na Esplanada dos Ministérios.
A principal pauta da mobilização foi o fim da escala 6x1 e a defesa da redução da jornada de trabalho sem redução salarial. A marcha também reforçou a importância da pressão popular sobre o Congresso Nacional para aprovação de medidas que garantam mais qualidade de vida à classe trabalhadora.
A mobilização ocorre em um momento estratégico, logo após o envio ao Congresso Nacional de um projeto de lei que propõe a redução da jornada para até 40 horas semanais e o fim da escala 6x1, tema que vem ganhando força no debate público nacional.
Além dessa pauta central, os participantes também defenderam outras reivindicações históricas, como:
valorização do salário mínimo;
fortalecimento das negociações coletivas;
combate à pejotização;
regulamentação do trabalho por aplicativos;
enfrentamento à violência contra as mulheres.
Para o Sindecolf, a participação na marcha reforça o compromisso da entidade com a luta por condições dignas de trabalho e com a construção de políticas públicas que impactem diretamente a vida dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio.
“A presença do Sindecolf em Brasília reafirma o nosso compromisso com a luta coletiva. O fim da escala 6x1 é uma pauta urgente, que dialoga diretamente com a saúde, o bem-estar e a dignidade da categoria comerciária”, destacaram os dirigentes.
A Marcha da Classe Trabalhadora integra um calendário nacional de mobilizações que se estende até o Dia do Trabalhador, em 1º de maio, fortalecendo a organização e a unidade das categorias em torno de uma agenda comum de direitos.







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